A Mãe Que Chovia

Há já algum tempo que não partilhávamos uma sugestão de leitura. Ocorreu-nos esta semana – em que, tal como acontece com outros pais, nos socorremos da família para nos ajudarem nesta época de férias a ficar com as crianças enquanto trabalhamos – de sugerir um livro que faz parte da biblioteca infantil cá de casa e que passa uma mensagem tão ternurenta quanto marcante sobre o amor que dedicamos aos nossos filhos, ainda que nem sempre possamos estar presentes.

Depois de duas semanas de férias connosco, a B ficou esta semana em casa da madrinha e só sexta-feira regressará para junto de nós. Na mochila, junto com alguns brinquedos favoritos, levou para ler A Mãe Que Chovia, de autoria de José Luís Peixoto, ilustrado por Daniel Silvestre da Silva e publicado pela Quetzal Editores.

Ela já conhece a história porque já a lemos algumas vezes. Sendo no entanto esta a primeira semana das férias grandes que ficará fora de casa, sem a irmã a acompanhá-la, antes de sairmos procurámos escolher com ela um livro que a ajudasse a sentir-se mais acompanhada nestes dias de ausência.

A Mãe Que ChoviaA Mãe que Chovia surgiu como a melhor opção de leitura para levar consigo. Em cada página, apesar de se sentir a dor de uma criança que não quer estar longe da sua mãe, há o conforto de demonstrar que, apesar das circunstâncias da vida que os fazem ficar separados, o amor que o une mãe e filho é omnipotente e omnipresente. Este filho da chuva, como qualquer filho, poderá sempre sentir o amor materno – transcendente e enorme – onde quer que esteja, por maior que se afigure a espera ou a distância.

 

Sinopse

O protagonista do primeiro livro infantil de José Luís Peixoto é filho da chuva. Com uma mãe tão original, tão necessária a todos, tem de aprender a partilhar com o mundo aquilo que lhe é mais importante: o amor materno. Através de uma ternura invulgar, de poesia e de uma simplicidade desarmante, este livro homenageia e exalta uma das forças mais poderosas da natureza: o amor incondicional das mães.

 

Boas leituras!

Emocionário – o dicionário das emoções

Identificar as emoções que sentimos é premissa base para que daí se aprenda a gerir o que se sente, permitindo-nos ter um maior controlo sobre as respostas que somos desafiados a dar nas mais variadas situações da nossa vida. Sem esta consciência dificilmente conseguimos ter algum domínio sobre o que de desencadeia em nós e que nos leva a ter reações nem sempre adequadas face ao que acontece.

A capacidade de nos autorregularmos, tão importante na vida, pressupõe assim que se saiba reconhecer e nomear as emoções que existem em nós, algo que podemos e devemos ensinar às crianças desde cedo.

A crianças com cerca de três anos já lhes podemos falar sobre a raiva, a vergonha, o medo e a alegria. À medida que crescem podemos explorar emoções mais complexas como o tédio, o ciúme, a culpa, a timidez, o orgulho, a gratidão, entre tantas outras.

Este é um livro para ir consultando sempre que sentirmos necessidade de aprofundar ou explicar uma emoção para que a criança a compreenda melhor e consiga lidar melhor com ela. Utiliza-se tal como um dicionário onde procuramos a definição e aplicação de determinada palavra.

Por vezes em casa pegamos nele só por graça, para aproveitarmos aqueles momento de ócio, educando para as emoções de uma forma leve e divertida.

Noutras situações recorremos a ele quando alguma situação propicia uma conversa sobre determinada emoção, explorando um contexto em que ela tenha surgido.

Emocionário - O dicionário das emoçõesSinopse

Até onde consegues chegar com as tuas asas? As asas dos pássaros têm penas. As asas das pessoas têm palavras. Mas nem todas as palavras te ajudam a elevares-te. Só as palavras que expressam claramente como te sentes aumentam as tuas possibilidades de voar.
O “Emocionário” é um dicionário de emoções que te impulsionará para um voo muito especial… E vais ver que nunca mais quererás deixar de bater as asas.

Editado em Portugal por: Texto Editora

Autores: Cristina Núñez Pereira e Rafael R. Valcárcel

Boas leituras!